A fim de esclarecer mitos e verdades sobre a aquisição de seguros, diretor da Previsul fala sobre os benefícios do serviço
O seio familiar pode ser considerado o local no qual a maior parte das pessoas sente segurança, em geral pelo carinho e amor que compõem o lar. Muitos incidentes e contratempos tendem a abalar as estruturas, mas em alguns casos é possível remediar algumas lacunas, e mesmo que não seja possível reverter determinadas situações, outras podem ser amenizadas. Em entrevista, o diretor de negócios da seguradora Previsul, Renato Pedroso, abordou sobre a importância de as pessoas terem um seguro de vida, não apenas em caso de óbito, mas como forma de prevenção e dispositivo de segurança.
O seguro de vida para a população brasileira e em geral é um benefício necessário para a vida familiar, como um artifício de planejamento. Dentre as vantagens, o seguro cobre os casos de invalidez, além dos casos em que há falecimento. Neste último, existe a manutenção do pagamento para continuidade escolar.
De maneira geral, o diretor acredita que muitas pessoas se equivocam em imaginar apenas um ponto específico do seguro de vida. Ele faz uma analogia ao dito popular de que o ‘guarda-chuva chama a chuva’, ou em outras palavras, que fazer seguro de vida pode atrair acontecimentos negativos. “– Pelo contrário, o seguro de vida é para a vida e serve como apoio caso aconteça”, ressalta Pedroso.
Ele comenta que, em casos de invalidez permanente, uma verba é destinada para suprir necessidades imediatas. Para o diretor, é preciso começar a pensar no tipo de planejamento como uma forma de conscientização, assim como a previdência privada que visa à manutenção de renda no futuro. No caso do seguro de vida, existe o seguro de financiamento imobiliário, com a cobertura e liquidação da dívida em caso de morte.
Olho: “…é preciso começar a pensar no tipo de planejamento como uma forma de conscientização”
