Uma das fatias do orçamento doméstico vai, com certeza, para os gastos com a saúde, pois “saúde vem em primeiro lugar”. Não é assim que os nossos pais diziam?
Segundo o estudo Perfil das Despesas no Brasil – Indicadores Selecionados, da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgado em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 50% da despesa média das famílias brasileiras no quesito saúde é com medicamentos. O mesmo órgão de pesquisa ainda mensurou que o gasto com medicamentos pelos brasileiros é dez vezes maior que a despesa total do governo no fornecimento de remédios gratuitos para a população.
Diante de números bem expressivos, é impossível não ficar alarmado com a notícia de que já está em vigor, desde 1º de abril deste ano, a decisão que aprova reajuste de até 12,5% no preço dos medicamentos com preços controlados pelo governo, índice que pela primeira vez em dez anos fica acima da inflação.
O grande problema é que remédios são itens básicos, muitas vezes insubstituíveis e essenciais para quem faz tratamentos delicados e de longo prazo. O que fazer, então, quando o essencial não cabe no bolso?
O Plano Solidário vem para trazer mais uma solução, oferecendo descontos em medicamentos que podem chegar a até 60%. Isso significa que um remédio que custe R$100 pode sair a apenas R$40. A economia é maior do que o valor integral da mensalidade do cartão, que oferece ainda muitos outros benefícios.
Os descontos são oferecidos pela Rede E-Pharma, Convênio Previsul, em mais de 21 mil farmácias e drogarias credenciadas em todo o Brasil.
No vídeo abaixo, veja como é fácil solicitar o seu desconto.
